A inclusão digital pode ser definida como um processo de democratização e acesso às tecnologias da informação, permitindo a ubiquidade (capacidade de estar em vários lugares ao mesmo tempo), sociabilidade e atualização com economia de tempo.
Na realidade a inclusão digital não se restringe apenas ao acesso a um computador. O indivíduo que está nesse processo deve se reconhecer como cidadão, detentor de direitos e deveres, como ser atuante e construtor de sua trajetória de vida. É um processo que envolve o social, cultural, educacional, técnico e científico.
A inclusão digital também pode ser considerada sob o aspecto político no que tange à participação política na sociedade do conhecimento. Nesse sentido e pensando nesse tipo de inclusão no Brasil, o governo federal lançou o site: Governo Eletrônicovisando a disseminação e o uso de tecnologias da informação e comunicação orientadas ao desenvolvimento social, econômico, político, cultural, ambiental e tecnológico, centrado nas pessoas, em especial nas comunidades e segmentos excluídos.
No Brasil a inclusão digital já é considerada acima da média mundial, porém muito ainda há de se fazer para que essa inclusão ocorra de forma adequada. Um dos pontos que deve ser trabalhado é a necessidade de se otimizar cada vez mais o uso das tecnologias no processo de ensino e aprendizagem, por exemplo.
Escolas e professores devem ser equipados e preparados para lidarem com essa necessidade e realidade. As hipermídias devem ser bem exploradas, o ciberespaço tem que ser local de interação, transmissão e transformação de conhecimentos e a cibercultura deve ser considerada e encarada como algo comum e útil na vida de todos.
A inclusão digital é necessária e imperativa. Urge que todos se ajustem e possam aproveitar todas as possibilidades e benefícios desse processo.
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